sexta-feira, 8 de outubro de 2010
SOCRATES MERECE
Final mente a UGT num rasgo de lucidez aderiu a uma greve contra as políticas de um governo P.S.
Pela primeira vez uma greve geral contra a sobrevivência de um falso Cristo.
Sócrates merece.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
SOARES APOSTA EM CAVACO
O dr Mário Soares sempre dançou em torno do seu próprio umbigo.
" amigo de infância " do dr Manuel Alegre, hoje por desígnios de conveniência estratégica " amigo " do eng Sócrates, " aposta " no dr Cavaco com " elevada consideração " pelo dr Nobre.
Consta que vai ficar na estória.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
UNIÃO NACIONAL?
Cavaco tem a memória fresca e uma ideia terrivelmente fixa - a sua reeleição.
Saudoso no seu último (?) discurso apelou à coesão nacional.
Nas urnas o defunto regime percebeu União Nacional - e mexeu-se.
domingo, 3 de outubro de 2010
100 ANOS DE TANTAS REPÚBLICAS
Após 100 anos de tantas repúblicas será sempre de reconhecer o derrube da monarquia como um marco inestimável para a vida em sociedade.
Assinalar o 5 de outubro de 1910 é uma justa homenagem aos que deram corpo a um sonho em permanente construção
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
OS MÁRTIRES DA NAÇÃO
O eng. Sócrates auto-proclamou-se de corajoso perante os mais frágeis mas não assumiu a falácia das suas promessas eleitorais nem o zig-zag dos seus discursos em cada O.E. nem o esbulho às políticas sociais nem o estatuto do "estadista" que faliu o país desgovernado em nome de um liberalismo mascarado.
Sócrates proclamou-se corajoso - anunciou imperial que a função pública, os reformados, os jovens, os doentes e os desempregados - devem continuar a ser
os mártires da nação.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O.E. PREPARA O GAMANÇO
Cavaco - o chefe máximo do pessoal menor - após reunião com os Partidos apelou ao assalto - de modo a que o próximo O. E. seja um sucesso, a pagar pelos espoliados em suaves prestações.
domingo, 26 de setembro de 2010
TRANGALHADANÇAS
Até Santana Lopes apela ao bom senso na arena política onde fingem esgrimir os trangalhadanças.
Impávido Cavaco assiste na bancada - impávido mas não seguro - a mais uma tragi-comédia à portuguesa.
À porta das urnas, os espoliados de sempre, tristes e tesos, preparam-se para carregar os despojos da faena - enquanto os dois figurões encenam um duelo de sombras.
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