domingo, 27 de abril de 2014

VASCO GRAÇA MOURA




Faleceu Vasco Graça Moura
um homem culto de quem sempre discordei no pensamento

menos nas palavras onde se distinguiu como tradutor e poeta
militante contra o acordo ortográfico.

Na vida não avalio as pessoas pelas lapelas.

11 comentários:

Vénus S. disse...

Tirando as ideologias politicas, uma figura inesquecível e solidário com a língua portuguesa. Sem dúvida, eterno! :)

Ana Tapadas disse...

Estamos em sintonia.

Beijo

jrd disse...

Lamento o seu falecimento.
A morte nunca é bem vinda, mesmo para quem era a favor da pena de morte.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Não sei...

Talvez pelo nome e apelidos
(todos os três são dissuasores)
nunca me ocorreu
citá-lo num texto meu

Há dimensões do homem que não ouso avinagrar

Tétisq disse...

estranho ver tantas homenagens, aposto que a maioria das pessoas (não o incluindo aqui, claro)desconhece a obra do Vasco Graça Moura
que descanse em paz!

João Henrique disse...

Faleceu Vasco Graça Moura.

Em momento de balanço,faria a seguinte pergunta: que valor tem um Homem fora do seu pensamento? E,na resposta, talvez se encontre a sua verdadeira dimensão.

Rosa dos Ventos disse...

Com uma obra de relevo nunca tive qualquer admiração pelo homem nem pelo político!
Lamento sempre a morte de quem parte antes do seu tempo...quer dizer, de doença!

Abraço

Janita disse...

A última frase que escreveu, Puma, é a prova daquilo que diferencia um grande Homem de um homem medíocre!
Felicito-o por isso.

Ainda há pouco mais de um mês, no blog de alguém que 'também conhece' a obra de Vasco Graça Moura, eu referi a minha satisfação de o saber homenageado, ainda em vida, pelas entidades governamentais e não só.

Não vou dizer que conheço toda a sua obra, mas a suficiente, nomeadamente, poesia; para me sentir no direito de me juntar a si nesta sua homenagem a um vulto da cultura portuguesa.
Que descanse em Paz!

Obrigada, Puma, por saber diferenciar a igualdade de pensamento, do valor da palavra.

Um grande abraço.

Silenciosamente ouvindo... disse...

Concordo com o seu texto acerca
do V.G.M.
E morreu sem ver resolvido o
problema do acordo ortográfico,
do qual discordo.
Bj.
Irene Alves

lino disse...

Só me pergunto como pode um homem culto ser um lunático cavaquista e escrever crónicas de ódio como ele escrevia!

Um abraço

Lídia Borges disse...


Assim o sinto, também!


Beijo