quinta-feira, 20 de junho de 2013

LIMITAÇÃO DE MANDATOS? UM MAL MENOR



Se vivêssemos uma sociedade democrática com eleitores não manipulados,
cultos e livres, estaríamos e bem numa democracia ideal - que não existe.
Porque a democracia impoluta não se esgota no voto secreto, só existe na utopia dos sonhos acordados  o modelo que se vive deve ser regulado de modo a limitar o livre arbítrio do sistema e dos seus actores.
É um mal menor de um sistema que não acredita em si mesmo.


8 comentários:

Helena disse...

Sonhemos então bem acordados, porque é pelo sonho que vamos!

jrd disse...

Se for "bom", porque não insistir. De novos "maus" já estamos fartos...

GL disse...

Quem tem provas dadas não deveria continuar? Serão poucos, é certo, mas mantê-los, nos tempos que correm, podia fazer a diferença.

Rogério Pereira disse...

Não direi melhor do que o jrd disse

trepadeira disse...

Pois,o problema são mesmo as excrescências da falta de funcionamento das instituições,como a justiça,por exemplo.

Abraço,

mário

Felina disse...

Porquê mudar uma equipa ganhadora?

Não deviam limitar os mandatos, mas deviam fiscalizar e responsabilizar os autarcas por má gestão e retirar lhes o mandato por gestão danosa isso sim, porque os erros repetem se e ninguém é penalizado com ou sem limitação

O Puma disse...

Defender local

pensar global

Pata Negra disse...

Retenho: um mal menor de um sistema que não acredita em si mesmo.
A seguir à limitação de mandatos, às quotas de sexo, virão as quotas de idades, as de advogados, de diplomados e quem sabe até a de olhos azuis.
Um abraço por um democracia sem limites