domingo, 30 de dezembro de 2012

NÃO QUEIRAS SALVAR O MUNDO





Não queiras salvar o mundo

muito menos o país

mas se te for possível ajuda
combate a indiferença

indigna-te
porque o amor é revolucionário

16 comentários:

Rogério Pereira disse...

Não me peças impossíveis...

Hoje assino-me

Um indignado

www.amsk.org.br disse...

Que 2013 chegue trazendo muita paz e muita luz, realizações e a vontade de continuar construindo um mundo melhor. E se possível, faça a diferença.

Cozinha dos vurdóns

ana disse...

Belíssima foto.
Adorei este voto para 2013. Viva o amor pois é revolucionário. :)))

FELIZ ANO NOVO!
Um beijinho não muito longe do mar.

R. disse...

E é da soma de pequenas "indignações" que se fazem as grandes revoluções.

Um abraço e votos de um novo ano pleno do que de melhor deseja.

Teté disse...

O combate à indiferença é diário! Que em 2013 ninguém fique indiferente...

Maria José Meireles disse...

http://fragmentosdebondade.blogspot.pt/2011/04/patch-adams-end-of-capitalism.html

Lídia Borges disse...


Uma mensagem cheia de realismo.

Que 2013 se cumpra dentro desse "espírito".

Lídia

Obtuso disse...

passando para desejar um ano melhor que aquele que nos querem oferecer
Abraço

noMar disse...

não sei salvar-me nem a mim
quando me indigno ninguém me aguenta

mas o amor é revolucionário, sim!



manuela baptista disse...

indigno-me, sempre

um feliz ano novo, para si!

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Meu amigo

São mesmo impossíveis esses sonhos.
desejo um Mais Feliz 2013 junto de todos que lhe são queridos.

Um beijinho
Sonhadora

Maria José Meireles disse...

Saúde
para o que der e vier
força
para combater a... indignação :)
e um abraço para dar saúde e força!

http://fragmentosdebondade.blogspot.pt/2010/02/pendulo.html

José Lopes disse...

Esperemos que neste novo ano sejamos mais os que remam contra esta maré que empobrece o país.
Cumps

maceta disse...

um ano que vai ser de luta indignada...

Maria José Meireles disse...

É um fenómeno curioso: o país ergue-se indignado, moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo cívico da agressão. Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados.

Miguel Torga (1961)

jrd disse...

Sempre a tempo de amar e revolucionar...

Abraço