quinta-feira, 15 de novembro de 2012

RESPEITEM AS PEDRAS



 


Quando o povo quiser
não precisa de irresponsáveis mascarados
para lançar calhaus

Respeitem as pedras

terça-feira, 13 de novembro de 2012

CALÇADA À PORTUGUESA




Quando o povo quiser

se o povo quiser

não ficará uma pedra no chão


domingo, 11 de novembro de 2012

GREVE GERAL POIS CLARO





Cá estaremos com fortes convicções
militantes da vida
pelos "filhos dos Homens que nunca foram meninos"




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

MERKEL VISITA A COUTADA




Fiel a tentar branquear as suas responsabilidades - vergado à dona Merkel - Passos Coelho, devia reconhecer a sua incapacidade, pedir ajuda a todas as oposições.
Se asim fosse a dona, senhora de peso, estaria na palma das nossas mãos.
O país não teria de vergar tanto a mola.
Assim - 2ªfeira a dona vai emprestar 6h do seu tempo para visitar a coutada,
apoiar um Coelho
e nada mais acontece.


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

OBAMA OBVIA MENTE





Quem manda nas américas não são os presidentes - é o dinheiro organizado que os suportam, os interesses planetários e amorais que os designam.

Obama no exercício do primeiro mandato foi considerado nas urnas um Messias.
Agora veremos se lhe permitem ser um Homem.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

OBAMA E O OUTRO



 



Nesta democracia americana com falhas tecnológicas e tempestades imperfeitas - em período eleitoral quem decide não são apenas os eleitores nas urnas são em definitivo os ilustres do chamado "colégio eleitoral".

Por tudo isto mesmo antes do fim das sondagens e do fecho das urnas declaro que se fosse chinês continuava a comprar a gigantesca dívida americana - se fosse pelestineano reforçava o máximo de alertas - enquanto europeu só me resta reconhecer a diferença mínima - entre Obama e o outro.




sábado, 3 de novembro de 2012

DE RASTOS A PAGAR JUROS





Passos Coelho e o seu acólito Gaspar acenam o paraíso ao país, após a troika - com o regresso aos mercados.

Tartufos - só não dizem que regressar aos mercados é permanecer no peditório - viver de rastos a pagar juros sem amortizar a dívida.

Nunca a canalha foi tão canalha.